quinta-feira, 29 de agosto de 2013

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Transversal da lírica moderna




Terras de França Brasil São Paulo e Piauí dividiram cena no palco do Theatro 4 de Setembro, na noite em que foi aberto o Festival de Teatro Lusófono – FestLuso 2013. O espetáculo Inferno na Paisagem Belga, da Cia., de Teatro Os Satyros, de São Paulo, um furacão de arte e cultura e transgressão consentida para orgulho e arte de renovar a cena.

Antes da apresentação d”Os Satyros, foi aberto, oficialmente, o FestLuso, no Espaço Cultural Osório Jr e Bar do Clube dos Diários para uma concorrida assistência. Na ocasião, o coordenador geral do Festival, Francisco Pellé, lembrou o desfalque sofrido pelo FestLuso, com o impedimento da entrada do ator espanhol Enano José Torres que, convidado a vir ao Piauí Brasil, se apresentaria dia 29 de agosto, na Praça Pedro II, às 17h, com o espetáculo Red Chocolate. Impedido de descer em solo brasileiro, o artista foi repatriado para sua terra de origem, por problemas de endurecimento de relações que envolvem as embaixadas Brasil e Espanha.

O ator também ministraria a Oficina Em Busca do Nosso Próprio Palhaço, de 27 a 29 de agosto, na Escola Técnica de Teatro Prof. Gomes Campos. Com a sua ausência, a coordenação do Festival lamentou que um ator tenha sido forçado a voltar a sua origem sem poder cumprir o ritual de quebra de fronteiras que o teatro lusófono sem tradução representa. Lembrou que o artista é profissional sem fronteiras.

Na sequência da programação da noite, foi o momento do público acorrer ao 4 de Setembro para ver São Paulo em cena.

Era a hora e a vez do território da lusofonia dramática ver ousadia e arte reveladas d’Os Satyros. Inferno na Paisagem Belga aborda, de forma livre e associativa, segundo a própria Cia., a relação e a obra de dois gênios da literatura universal.

No início do espetáculo o elenco faz uma preleção, de recepção da plateia, a partir da leitura de traduções de poemas dos Paul Verlaine e Arthu Rimbaud, os dois artistas revelados. Em seguida o público é provocado a ler uma poesia do tema, ou uma de cunho próprio. Na interação com o Piauí, Os Satyros conseguiram que poetas, ou leitores locais interagissem com o espetáculo. Jean Pessoa, ator, e Thiago E., poeta e músico, foram elenco expressivo, entre outras participações bem quentes.

Da vida e obra dos poetas dissecada, uma surpresa e uma harmonia entre o novo de fins do século XIX e as inclusões das influências e modernidades do nosso mais (in)vulgar contemporâneo. A obra aberta às intervenções e interferências provocadas pelo elenco. O brega repagina-se para pop e o pop de novas tendências para + virtuose do mundo herdado das luzes de Verlaine e Rimbaud.

A direção de Rodolfo Garcia Vázquez, com assistência de Oscar Silva, um êxtase em transgressão e antropofagia desmistificada e justificada por comportamento que poderia ser de qualquer um da plateia. Os atores-criadores Ivan Cabral, Oscar Silva, Robson Catalunha, e Tiago Capela Zanotta desempenham partitura que não desmereceria nem a oitava geração que sucedesse os poetas. Ganham a plateia com segurança e ousadia assumida e (des)pretensão que mimetizam vida e cena colocadas na berlinda.

O Roteiro de Rodolfo Garcia Vázquez parece metamorfosear-se com a Sonoplastia, de Diego Mazutti, e o som direto, quando incluído, quase a pulsar mesma veia, de linguagens aparentemente (in)comuns, mas nunca indiferentes na comunicação. A Iluminação de Flávio Duarte de tão eficaz e feição quase mágica, se não fosse técnica, se confunde com as Intervenções em Vídeo, de Henrique Mello. Metamorfoseiam ações, sentimentos, nudez e impudores revelados à plástica da canção de lírica moderna, que condena a todos a gostarem, incondicionalmente, da poesia e das estratégias de prisão às lições poéticas de graves, ou líricos tratamentos de impacto devorador.

O cenário, de Rodolfo Garcia Vásquez, dinâmico, plástico, de estética variável entre o contemporâneo e o instalativo de reinvenção das velhas novas estéticas. A cenotécnica, de Carlos Orelha e Tiago Capela Zanotta, veste e despe as personagens, devora qualquer coisa que esteja, ou não no ciclo de sua reprodução da vida e poesia revisitada. Guarda surpresas que quebram o óbvio. 

O figurino, de Ivan Cabral, na sua acuidada despretensão, se instala como falsa pele que não incômoda, mas emblemática do simples, neutro e, vigoroso às anatomias, que impregnam à trama impressões sensuais de intérpretes e personagens.

Inferno na Paisagem Belga, oitenta minutos pancada. Quem tiver um cú que cuide dele, ou esquive-se das intervenções e referências cobradas pelos intérpretes criadores ao público. A poesia forte, determinante de uma geração, de século(s) passado(s) e o mundo posterior aos poetas, é recarregada e devora qualquer ignorância sobre o que sejam modernidade e pós-modernidade arbitrada pela ciência e filosofia acadêmicas.

As linguagens se transfundem, se completam, se amam para gozos visuais e sensitivos de expressionismos ditados pelas novas tecnologias indispensáveis no mundo de agora. Psicodelismos e tatuagens de signos e siglas colam na retina da recepção e inspira um ficar, ou ficar com a cena consentida. São doces os bárbaros que agridem com versos e reversos da lírica contemporânea e usual para gregos e troianos, rugindo pele na mesma guerra de ato ardente.

Quem queria ver “interpretação de ator” e poesia + fora das sinapses visuais apresentadas, estava no lugar errado e na hora muito + incerta. Teatro livre de amarras aristotélica, sem negá-las, é para detentor de repertório dessa poesia expressiva, ou para o + incauto, de coração liberado à felicidade. 

O jarro de margaridas silvestres, da cenografia intervencionista, não foi queimado, logo estava “antagonizando” com a arte demonstrada, sem raro de decisão da plateia, como outras manobras de dramaturgia finalizadas pelo público atuante.

A vida ao vivo, reproduzida pela câmera instantânea que persegue os poetas e seus discípulos dionisíacos, uma implacável e determinante sombra do olho que tudo vê e julga à arbitrariedade conveniente.

Línguagens, língua de trapos refinada, falas e polifonias do latim vociferado. Discurso inflamante e indispensável na arte histórica d’Os Satyros, mas sem vazio da informação em questões humanas.

Inferno na Paisagem Belga, um soco desejado no pé do estômago em preparação para assumir a antropofagia de qualquer representante de Adão. Mesmo que negue o paraíso para pés de barro.

Por: Maneco Nascimento

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

VELHA GAITEIRA ABRE A PROGRAMAÇÃO MUSICAL DO FESTLUSO 2013


Velha Gaiteira, de Castelo Branco-Portugal, abre a programação musical do Festluso 2013, dia 26 de agosto, ás 23h, no Espaço Cultura Osório Junior, do Club dos Diários.

É um projeto de raiz tradicional cujo repertório serve como homenagem a todas as velhas gaiteiras que mantêm viva a música enquanto veículo de comunicação e expressão cultural e identitária. Os seus temas originais partem deste universo rural e pastoril para um novo caminho desbravado todos os dias ao som da gaita, da caixa, do bombo e dos adufes.

A Velha Gaiteira tem a sua raiz na Beira Baixa e, desde a sua formação em Junho de 2007, que esta matriz sempre guiou o grupo. O objetivo é a divulgação das percussões tradicionais da Beira Baixa (caixa, bombo, adufe) e da gaita de fole transmontana, instrumento tradicional português que esteve durante muitos anos esquecido em poucas aldeias do nosso país. 

Como na Beira Baixa não temos registo de gaiteiros autóctones, o caminho na divulgação da etno-musicologia regional fez-se pela transposição para gaita de fole de temas tradicionais da Beira Baixa. Da serra vieram canções de trabalho (Bate Lavadeira, O Linho) e temas que acompanham danças tradicionais (Oh Helena); da zona da planície e da raia, temas associados a ritos de passagem (Entrudo) e religiosos (Senhora do Almurtão). Sem embargo, também a região de Trás-os-Montes é representada na recriação de temas tradicionais intimamente ligados a práticas culturais concretas, por exemplo, a Alvorada de Caçarelhos, um tema tocado por um grupo de gaiteiros nesta aldeia do nordeste transmontano às 6 da manhã para acordar o povo em dias de festa. 

Nesta fusão deliberada mas respeitadora do passado, o pífaro não ficou esquecido. A Moda dos Bombos é seguramente um dos temas mais identificativos da Beira Baixa. Cada aldeia tem a sua versão e o seu modo de tA Velha Gaiteira formou-se em Junho de 2007 e, após algumas alterações, apresenta-se com esta formação desde Agosto de 2008. Pelo meio, atuações um pouco por todo o país e nos mais diversos eventos. De salientar a primeira internacionalização do grupo em Dezembro de 2007/Janeiro de 2008, numa visita à Irlanda, onde tiveram oportunidade de tocar em dois bares e de participar num programa da Balcony Tv (Dublin), tendo sido nomeados para o prémio Best International Act 2007. 

Desde então, a Velha Gaiteira marcou presença em grandes eventos portugueses. De destacar o Festival MED, Andanças, Chocalhos – Festival Caminhos da Transumância, Festival Tribal, Festa do Avante!, L Burro I L Gueiteiro, Projecto Megafone e Boom Festival. 

Com mais de 70 concertos dados em 2009, a Velha Gaiteira afirma-se cada vez mais como um grupo sólido e promissor no panorama “trad / folk” português. 

Além das arruadas e concertos, a Velha Gaiteira estende o seu trabalho à divulgação dos instrumentos nas escolas, junto dos mais novos, em ações de sensibilização para a música tradicional. Os seus elementos são formadores dos instrumentos que tocam em vários eventos promovidos por associações ligadas à preservação da cultura tradicional e outras entidades análogas. Alguns exemplos: Festival Tribal (oficina de percussão tradicional), Andanças3 (oficina de percussão tradicional), Oficinas de São Martinho4 (gaita de fole transmontana e adufe)

Está chegando o FESTLUSO 2013



Quando segunda feira, 26, chegar a saudade já não mata mais a gente. A Semana da Lusofonia ganha os palcos, praças, salas, conversas, lançamentos de livros e troca de estéticas dramáticas do teatro sem tradução. Festival de Teatro da Língua Portuguesa, de 26 a 31 de agosto, abre as fronteiras lusófonas e confraterniza com nações em linguística próprias convergidas à mesma língua e a ato festejado. O FestLuso 2013 tem o patrocínio
OI e apoio da OI Futuro - Instituto de Responsabilidade Social, Governo do Estado do Piauí, SIEC - Sistema de Incentivo Estadual à Cultura e Fundac.
A abertura solene do Festival de Teatro Lusófono, dia 26, acontece às 19h, na Galeria do Clube dos Diários, em saudação teatral aos colegas, amigos, parceiros e profissionais da cena que chegam em convite à confirmação de dramaturgias ampliadas. Depois da recepção aos artistas brasileiros e de nações lusófonas será a hora e a vez da augusta arte do teatro matracar sua sorte lançada.
Ás 20h 30, no palco do Theatro 4 de Setembro, o primeiro espetáculo a ser conferido será “Inferno na Paisagem Belga”, feito cena pela Companhia de Teatro Os Satyros, de São Paulo.
O espetáculo aborda, de forma livre e associativa, a relação e a obra de dois gênios da Literatura Universal, Paul Verlaine e Arthur Rimbaud. Os poetas franceses se conheceram em uma Paris pós Comuna e viveram um tórrido romance que impactou a obra de ambos de forma radical, e consequentemente, a história da Poesia Moderna.
A obra se inicia como uma palestra, onde os atores fazem uma explanação sobre a vida e obra de Verlaine e Rimbaud. Em seguida, passam a definir os estados de paixão vividos por eles, de acordo com a teoria cartesiana das paixões.
Inferno Na Paisagem Belga ganhou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade na categoria Artes Cênicas 2012 dado pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo)
A montagem tem Direção: Rodolfo García Vázquez e assistência de direção de Óscar Silva. A trama enredada compõe-se pelos Atores-criadores, Ivam Cabral, Oscar Silva, Robson Catalunha e Tiago Capela Zanotta. O Roteiro é de Rodolfo García Vázquez. Acompanham a estética técnica do espetáculo, a Sonoplastia de Diego Mazutti, a Iluminação de Flávio Duarte, o Cenário de Rodolfo García Vázquez e o Figurino de Ivam Cabral. As Intervenções em vídeo recebem os cuidados de Henrique Mello e a Cenotécnica completa a dramaturgia, através de Carlos Orelha e Tiago Capela Zanotta.
Com a duração de 80 minutos, “Inferno na Paisagem Belga” é recomendação a público a partir dos 16 anos e, sinalizado à Categoria de Drama, será a melhor pedida para a noite do dia 26 de agosto, na abertura do Festival de Teatro Lusófono. Em dias de lusofonia praticada, Teresina e Brasil recebem os dramas e comédias que integram as nações convidadas e confirmam os sentimentos brasis de terra do teatro sem tradução.





quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aberta inscrições às oficinas lusófonas

Estão abertas as inscrições às oficinas que serão oferecidas durante o Festival de Teatro da Língua Portuguesa – Festluso 2013. As oficinas acompanham o período de atrações e manifestado amor ao teatro de língua portuguesa. As inscrições podem ser efetuadas no SATED – PI e Theatro 4 de Setembro, no horário das 8h às 17h, de segunda a sexta, até que se esgotem as vagas.
Todas as oficinas serão gratuitas e cada uma terá como público limite, 25 pessoas. A Oficina de Figurinos será a única que abre critério de seleção para a inscrição. Os interessados nessa Oficina, passarão por um teste avaliativo de aptidão fim. Todas as outras oferecidas só seguirão o critério de confirmar a entrada, através da inscrição.

O FestLuso que tem Patrocínio OI e Apoio da OI Futuro – Instituto de Responsabilidade Social; Governo do Estado do Piauí, SIEC, Fundac, e aproxima parcerias que consolidam o Festival Lusófono às pessoas, cidades, estados e nações e transcodifica práticas cênicas que repercutem ação e desdobramentos socioculturais da aproximação de fronteiras de países falantes da língua portuguesa.

Projeto de teatro sem tradução o FestLuso se pronuncia no período de 26 a 31 de agosto para espetáculos diversos, conversas e trocas de experiências democráticas de participação de grupos em lusofonia bem representados.

Serão oferecidas, na programação paralela, a Oficinas de Figurinos. Ministrante: Chico Coimbra – Maranhão – MA – Brasil. Período: 27 a 30/08 - (terça a quinta-feira) Local: Galpão II – Espaço Cultural Trilhos. Horário: 9h às 13h

Oficina de Clown - Em Busca do Nosso Próprio Palhaço. Ministrante: Enano Torres – Lisboa/Madrid. Período: 27 a 29/08 - (terça a quinta-feira) Local: Escola de Teatro. Professor Gomes CamposHorário: 9h às 13h

Workshop de Mágicas. Ministrante: Rapha Santacruz - Recife – PE – Brasil. Dia: 27/08 - (terça-feira) Local: Casa da Cultura.Horário: 14h às 17h

O Grupo Harém de Teatro reitera a realização continuada ao Projeto da Lusofonia, para marcar territórios, ampliar culturas, e conseguir a abertura de trincheiras com parceiros culturais que contribuam, eficazmente, pela manutenção do FESTLUSO.

Enquanto os espetáculos estiverem em toda popa durante a semana, os ventos também soprarão aos assuntos interculturais, que envolvem, além das oficinas, shows, lançamentos de livros, conversas francas sobre a cena e outras ações que se desdobram em teatro sem fronteiras, no ampliado das experiências linguísticas.

Faça a sua inscrição e integre a lusofonia confirmada. Contato para informações: (86) 3222 7100/ (86) 99716280/ (86) 95191902/ (86) 99758155

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Lançado o Festival de Teatro da Língua Portuguesa FestLuso




14.08.2013

O Grupo Harém de Teatro lançou na noite do dia 13 de agosto de 2013, a partir das 19h, no Espaço Cultural ‘Osório Jr.” e Bar do Clube dos Diários, o Festival de Teatro da Língua Portuguesa FestLuso 2013, numa concorrida participação de artistas, convidados e parceiros do Projeto de integração de países falantes da língua portuguesa.

Na ocasião, o Presidente do Grupo Harém de Teatro discorreu sobre democracia e reunião de ações culturais de linguagem afins e deu por aberta a temporada da lusofonia. Airton Martins, da Coordenação de Produção Executiva do Grupo também se pronunciou para saudar a todos os presentes e reiterar Projeto que já marca calendário de teatro na cidade de Teresina e amplia as fronteiras do Brasil enquanto recepciona nações lusófonas. 

Francisco Pellé, coordenador geral do Festluso também discorreu sobre a importância do Festival que ora estava sendo lançado. Sobre as impressões da abertura do Lusófono, disse que mais uma vez se alcança o objetivo com uma programação inquestionável e democrática “com a participação de grupos da lusofonia muito bem representados. Ainda há um gargalo a ser resolvido, que é a participação de Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste”. Pellé aponta que há uma baixa produção dessas nações e que é necessário haver uma preocupação com a inclusão destes países que também encontram dificuldades de deslocamentos até o Brasil. E que na reunião com os diretores lusófonos deste ano deverá pautar discussões acerca de estratégias que viabilizem a vinda dessa parte da lusofonia ainda não contemplada. “Cumprir a função do teatro da língua portuguesa e reafirmar a participação da diversidade de linguagens dos grupos convidados e do Piauí também, que é muito importante”, finalizou o ator. 

Nas palavras da presidente da Fundac , Bid Lima, o importante é comunicar, lembrando a Escola Invisível de Palo Alto, e o Festluso realiza comunicação que incorpora grupos, países, linguagens e todo um arcabouço de cultura compartilhada, de fronteiras aproximadas no diálogo do teatro. E acrescentou, “O Festluso é de suma importância para a cidade de Teresina, o estado e o Brasil que abrigam outros povos e suas experiências na cena lusófona.” 

O evento que encontra patrocínio da OI Cultural e Governo do Estado, Fundac e Siec, bem como parceiros da hora e da confirmação do Festival, segue para sua 5ª. Edição, de 26 a 31 de agosto, e desempenhará ações de arte e cultura nas casas de espetáculos, Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Teatro Estação e Praça Pedro II. Na programação paralela aos espetáculos, haverá oficinas, workshops, lançamentos de livros, shows musicais e conversas com diretores lusófonos durante uma semana cheia de atrações do Piauí, Brasil e os países Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Cardis-Espanha/Portugal. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013



ABRIGO SÃO LOUCAS com Francisco Pellé, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Emanuel de Andrade. Foto: Margareth Leite.
ABRIGO SÃO LOUCAS com Francisco Pellé, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Emanuel de Andrade. Foto: Margareth Leite. 

Teresina é terra da Lusofonia

Enquanto Teresina comemora seus 161 anos de posse às terras mafrensinas de margem do Parnaíba, a cidade também se prepara para abrir as fronteiras à língua, linguagem e linguística dramáticas do teatro sem tradução. De 26 a 31 de agosto, a cultura do teatro invadirá as ruas, praças, casas de espetáculos, o coração do amador e do público cativo do Festival de Teatro da Língua Portuguesa – FESTLUSO 2013.

Toda a empreitada do FESTLUSO, que envolve coordenações, equipes de trabalho e um universo que conspira em favor de resultados conseguidos, também em edições anteriores, repetirão continuidade, na Edição 2013, graças às parcerias indispensáveis. O Patrocínio OI e apoio da OI Futuro – Instituto de Responsabilidade Social, Governo do Estado do Piauí, SIEC e Fundac realizam a garantia de que se possa concretizar feitos e efeitos socioculturais desejáveis à arte e cultura local, nacional em diálogo com o além fronteiras.

Já no dia 13 de agosto, o Grupo Harém de Teatro promove o Lançamento do Festival à imprensa e convidados, no Espaço “Osório Jr.”, Bar do Clube dos Diários. Na noite de lançamento do FESTLUSO 2013, a partir das 19 horas, o pontapé inicial do que será mais uma edição do Evento que ganhou espaço cativo na cidade que não pode prescindir do Festival da Língua Portuguesa.

Na programação a apresentação do espetáculo “Abrigo São Loucas”, com texto e desenho dramatúrgico de Arimatan Martins e a representação sempre muito bem humorada de Emanuel de Andrade, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé.

Depois de “Abrigo São Loucas”, a energia do Lançamento continua aquecendo à contagem regressiva porque as atenções estarão em preparação para a recepção dos espetáculos que começam a atrair olhares a partir de 26 de agosto. Dos convidados à Lusofonia.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

FESTLUSO APRESENTA PROGRAMAÇÃO 2013




 A programação  do Festival Internacional de Teatro Lusófono - FESTLUSO -2103, será lançada dia 13 de agosto a  partir das 19h, no Espaço Cultural "Osorio Junior", do Club do Diários. Na solenidade a coordenação apresentará toda programação, bem como as novidades do Festival para 2013. No seguimento da programação será apresentado o espetáculo ABRIGO SÃO LOUCAS, encenado pelo Grupo Harém de Teatro, com direção e texto de Arimatan Martins.
O Festival Internacional  de Teatro Lusófono-2013, tem o alto patrocinío da OI e apoio Oi  Futuro, instituto de responbilidade social da Oi, Governo do Estado do Piauí, Prefeitura Municipal de Teresina, Fundação Cultural do Piauí, Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves e Drogarias GLOBO e realização do Grupo Harém de Teatro.