segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Saudações Lusófonas


O Grupo Harém de Teatro e toda sua equipe de trabalho, após uma semana cheia de atrações, intenções reafirmadas e estreitamento de fronteiras sócio culturais possíveis e imagináveis, através do Festival de Teatro Lusófono - FESTLUSO 2013, vem agradecer a todos e a todas que tornaram concreto este grande encontro de nações lusófonas e linguagens à cena ampliada da língua portuguesa.

Numa Semana da Lusofonia, espetáculos, lançamento de livros, seminários, oficinas, workshops, encontro com diretores lusófonos, shows com artistas locais e de nações convidadas, cada um contribuinte com sua arte e linguagem de confluir vida, história, memória e sociedade representada.

Nossas saudações lusófonas vão para as nações de África, Portugal e Brasil que atenderam ao nosso convite e, prontamente, demonstraram sua língua, linguagem, falas e arte experimentadas para dividirem com nosotros. Agradecemos aos artistas e companhias cênicas, Companhia de Teatro Os Satyros, de São Paulo - SP "Inferno na Paisagem Belga"; Grupo Teatral Henrique Artes, de Luanda - Angola "A Orfã do Rei"; Grupo de Teatro Mutumbela Gogo, de Maputo - Moçambique "Há Tigres no Gongo?"; Quinta Parede/Grupo Cassefaz, de Portugal "O Medo Azul"; Grupo de Teatro Santa Ignorância Cia. de Artes, de São Luís - Maranhão "Pão com Ovo"; Grupo de Teatro do Centro Cultural do Mindelo, de São Vicente - Cabo Verde "Desespero"; Mágico Rapha Santacruz, de Recife - Pernambuco "Expedição AbraCASAbra"; Teatro Extremo, de Almada - Portugal "Salamaleque, uma história das arábias"; Companhia A.S.S de Dança e Teatro, de Teresina - Piauí "Boa Noite Cinderela"; Cia. de Teatro da Tribo, de Teresina - Piauí "Pink, um musical de todas as cores"; Grupo Mosay de Teatro, de Teresina - Piauí "Apareceu a Margarida"; Grupo de Teatro o Grito, de Almada - Portugal "O TEATRO de Emma Santos"; Oficina Permanente de Teatro "Procópio Ferreira", de Teresina - Piauí "Os Sobreviventes"; Adalmir Miranda e Intervenção Clowns com os participantes do Curso de Intepretação – Comédia Circense e Elementos do Circo, de Teresina – Piauí “Entre tapas e beijos” e “Malabares Gravitacional”; Grupo Cordão de Teatro, de Açailândia - Maranhão "Enquanto Shakespeare não vem".

O Festival de Teatro Lusófono agradece o patrocínio da OI, através do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura – SIEC, e o apoio da OI Futuro – Instituto de Responsabilidade Social, Governo do Estado do Piauí/Fundac e Prefeitura de Teresina/Fundação Cultural Monsenhor Chaves. E não poderia prescindir de agradecimentos aos equipamentos culturais que, prontamente, foram parceiros de serviços ao maior desempenho do FESTLUSO. Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Casa da Cultura de Teresina, Sala Torquato Neto, Galeria do Clube dos Diários, Espaço Cultural “Osório Jr.” e Bar do Clube dos Diários, Escola Técnica de Teatro Prof. “Gomes Campos”, Galpão II do Espaço Cultural Trilhos, Teatro Estação.

A coordenação geral do FESTLUSO e todo o corpo da equipe realizadora desse evento agradecem, especialmente, as nações e grupos convidados que, embora com agenda confirmada, não puderam finalizar compromisso em nossa programação. O Grupo de Teatro do Centro Cultural Português IC, de Mindelo – Cabo Verde “Teorema do Silêncio” e o Grupo Cultural da Universidade São Tomas de Moçambique Panfectas USTM – Moçambique não nos puderam demonstrar, dessa vez, sua arte de representação na cena lusófona, aqui instaurada.

Não poderíamos deixar de registrar, para efeitos de história e memória desse movimento, a não chegada, ao território da lusofonia, do espanhol Enano Torres, vindo de Lisboa, que teve a entrada impedida em território brasileiro. A partir do aeroporto de Fortaleza – Ceará, o artista foi devolvido a sua pátria. Por questões diplomáticas e de endurecimento de tratados em relações de trânsito entre Espanha e Brasil, o ator acabou penalizado e não confirmou sua contribuição na Oficina de Clown “Em Busca do Nosso Próprio Palhaço”, que seria realizada na Escola Técnica de Teatro professor “Gomes Campos”, de 27 a 29 de agosto, das 9h às 13h. Também não foi possível a apresentação da Enano Torres Free Artist – Street Clown (natural de Cadis – Espanha – residente em Portugal há 15 anos) com o espetáculo “Red Chocolate” que ocorreria na Praça Pedro II, às 17h, do dia 29 de agosto, como ação de Teatro Na Rua. Bem como a Ação Social, planejada pelo FESTLUSO, no Hospital Infantil “Lucídio Portela”, às 10h, do dia 30 de agosto. A ação, “Os Remédios do Riso” com os Doutores Palhaços – Dr. Alta-Mente e Dr. Nano Sirene.

Assim como todos que aqui aguardavam a vinda do artista, também ele indignou-se com o tratamento recebido em território brasileiro e manifestou-se via carta aberta nas redes sociais:


Por: Maneco Nascimento

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Transversal da lírica moderna




Terras de França Brasil São Paulo e Piauí dividiram cena no palco do Theatro 4 de Setembro, na noite em que foi aberto o Festival de Teatro Lusófono – FestLuso 2013. O espetáculo Inferno na Paisagem Belga, da Cia., de Teatro Os Satyros, de São Paulo, um furacão de arte e cultura e transgressão consentida para orgulho e arte de renovar a cena.

Antes da apresentação d”Os Satyros, foi aberto, oficialmente, o FestLuso, no Espaço Cultural Osório Jr e Bar do Clube dos Diários para uma concorrida assistência. Na ocasião, o coordenador geral do Festival, Francisco Pellé, lembrou o desfalque sofrido pelo FestLuso, com o impedimento da entrada do ator espanhol Enano José Torres que, convidado a vir ao Piauí Brasil, se apresentaria dia 29 de agosto, na Praça Pedro II, às 17h, com o espetáculo Red Chocolate. Impedido de descer em solo brasileiro, o artista foi repatriado para sua terra de origem, por problemas de endurecimento de relações que envolvem as embaixadas Brasil e Espanha.

O ator também ministraria a Oficina Em Busca do Nosso Próprio Palhaço, de 27 a 29 de agosto, na Escola Técnica de Teatro Prof. Gomes Campos. Com a sua ausência, a coordenação do Festival lamentou que um ator tenha sido forçado a voltar a sua origem sem poder cumprir o ritual de quebra de fronteiras que o teatro lusófono sem tradução representa. Lembrou que o artista é profissional sem fronteiras.

Na sequência da programação da noite, foi o momento do público acorrer ao 4 de Setembro para ver São Paulo em cena.

Era a hora e a vez do território da lusofonia dramática ver ousadia e arte reveladas d’Os Satyros. Inferno na Paisagem Belga aborda, de forma livre e associativa, segundo a própria Cia., a relação e a obra de dois gênios da literatura universal.

No início do espetáculo o elenco faz uma preleção, de recepção da plateia, a partir da leitura de traduções de poemas dos Paul Verlaine e Arthu Rimbaud, os dois artistas revelados. Em seguida o público é provocado a ler uma poesia do tema, ou uma de cunho próprio. Na interação com o Piauí, Os Satyros conseguiram que poetas, ou leitores locais interagissem com o espetáculo. Jean Pessoa, ator, e Thiago E., poeta e músico, foram elenco expressivo, entre outras participações bem quentes.

Da vida e obra dos poetas dissecada, uma surpresa e uma harmonia entre o novo de fins do século XIX e as inclusões das influências e modernidades do nosso mais (in)vulgar contemporâneo. A obra aberta às intervenções e interferências provocadas pelo elenco. O brega repagina-se para pop e o pop de novas tendências para + virtuose do mundo herdado das luzes de Verlaine e Rimbaud.

A direção de Rodolfo Garcia Vázquez, com assistência de Oscar Silva, um êxtase em transgressão e antropofagia desmistificada e justificada por comportamento que poderia ser de qualquer um da plateia. Os atores-criadores Ivan Cabral, Oscar Silva, Robson Catalunha, e Tiago Capela Zanotta desempenham partitura que não desmereceria nem a oitava geração que sucedesse os poetas. Ganham a plateia com segurança e ousadia assumida e (des)pretensão que mimetizam vida e cena colocadas na berlinda.

O Roteiro de Rodolfo Garcia Vázquez parece metamorfosear-se com a Sonoplastia, de Diego Mazutti, e o som direto, quando incluído, quase a pulsar mesma veia, de linguagens aparentemente (in)comuns, mas nunca indiferentes na comunicação. A Iluminação de Flávio Duarte de tão eficaz e feição quase mágica, se não fosse técnica, se confunde com as Intervenções em Vídeo, de Henrique Mello. Metamorfoseiam ações, sentimentos, nudez e impudores revelados à plástica da canção de lírica moderna, que condena a todos a gostarem, incondicionalmente, da poesia e das estratégias de prisão às lições poéticas de graves, ou líricos tratamentos de impacto devorador.

O cenário, de Rodolfo Garcia Vásquez, dinâmico, plástico, de estética variável entre o contemporâneo e o instalativo de reinvenção das velhas novas estéticas. A cenotécnica, de Carlos Orelha e Tiago Capela Zanotta, veste e despe as personagens, devora qualquer coisa que esteja, ou não no ciclo de sua reprodução da vida e poesia revisitada. Guarda surpresas que quebram o óbvio. 

O figurino, de Ivan Cabral, na sua acuidada despretensão, se instala como falsa pele que não incômoda, mas emblemática do simples, neutro e, vigoroso às anatomias, que impregnam à trama impressões sensuais de intérpretes e personagens.

Inferno na Paisagem Belga, oitenta minutos pancada. Quem tiver um cú que cuide dele, ou esquive-se das intervenções e referências cobradas pelos intérpretes criadores ao público. A poesia forte, determinante de uma geração, de século(s) passado(s) e o mundo posterior aos poetas, é recarregada e devora qualquer ignorância sobre o que sejam modernidade e pós-modernidade arbitrada pela ciência e filosofia acadêmicas.

As linguagens se transfundem, se completam, se amam para gozos visuais e sensitivos de expressionismos ditados pelas novas tecnologias indispensáveis no mundo de agora. Psicodelismos e tatuagens de signos e siglas colam na retina da recepção e inspira um ficar, ou ficar com a cena consentida. São doces os bárbaros que agridem com versos e reversos da lírica contemporânea e usual para gregos e troianos, rugindo pele na mesma guerra de ato ardente.

Quem queria ver “interpretação de ator” e poesia + fora das sinapses visuais apresentadas, estava no lugar errado e na hora muito + incerta. Teatro livre de amarras aristotélica, sem negá-las, é para detentor de repertório dessa poesia expressiva, ou para o + incauto, de coração liberado à felicidade. 

O jarro de margaridas silvestres, da cenografia intervencionista, não foi queimado, logo estava “antagonizando” com a arte demonstrada, sem raro de decisão da plateia, como outras manobras de dramaturgia finalizadas pelo público atuante.

A vida ao vivo, reproduzida pela câmera instantânea que persegue os poetas e seus discípulos dionisíacos, uma implacável e determinante sombra do olho que tudo vê e julga à arbitrariedade conveniente.

Línguagens, língua de trapos refinada, falas e polifonias do latim vociferado. Discurso inflamante e indispensável na arte histórica d’Os Satyros, mas sem vazio da informação em questões humanas.

Inferno na Paisagem Belga, um soco desejado no pé do estômago em preparação para assumir a antropofagia de qualquer representante de Adão. Mesmo que negue o paraíso para pés de barro.

Por: Maneco Nascimento

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

VELHA GAITEIRA ABRE A PROGRAMAÇÃO MUSICAL DO FESTLUSO 2013


Velha Gaiteira, de Castelo Branco-Portugal, abre a programação musical do Festluso 2013, dia 26 de agosto, ás 23h, no Espaço Cultura Osório Junior, do Club dos Diários.

É um projeto de raiz tradicional cujo repertório serve como homenagem a todas as velhas gaiteiras que mantêm viva a música enquanto veículo de comunicação e expressão cultural e identitária. Os seus temas originais partem deste universo rural e pastoril para um novo caminho desbravado todos os dias ao som da gaita, da caixa, do bombo e dos adufes.

A Velha Gaiteira tem a sua raiz na Beira Baixa e, desde a sua formação em Junho de 2007, que esta matriz sempre guiou o grupo. O objetivo é a divulgação das percussões tradicionais da Beira Baixa (caixa, bombo, adufe) e da gaita de fole transmontana, instrumento tradicional português que esteve durante muitos anos esquecido em poucas aldeias do nosso país. 

Como na Beira Baixa não temos registo de gaiteiros autóctones, o caminho na divulgação da etno-musicologia regional fez-se pela transposição para gaita de fole de temas tradicionais da Beira Baixa. Da serra vieram canções de trabalho (Bate Lavadeira, O Linho) e temas que acompanham danças tradicionais (Oh Helena); da zona da planície e da raia, temas associados a ritos de passagem (Entrudo) e religiosos (Senhora do Almurtão). Sem embargo, também a região de Trás-os-Montes é representada na recriação de temas tradicionais intimamente ligados a práticas culturais concretas, por exemplo, a Alvorada de Caçarelhos, um tema tocado por um grupo de gaiteiros nesta aldeia do nordeste transmontano às 6 da manhã para acordar o povo em dias de festa. 

Nesta fusão deliberada mas respeitadora do passado, o pífaro não ficou esquecido. A Moda dos Bombos é seguramente um dos temas mais identificativos da Beira Baixa. Cada aldeia tem a sua versão e o seu modo de tA Velha Gaiteira formou-se em Junho de 2007 e, após algumas alterações, apresenta-se com esta formação desde Agosto de 2008. Pelo meio, atuações um pouco por todo o país e nos mais diversos eventos. De salientar a primeira internacionalização do grupo em Dezembro de 2007/Janeiro de 2008, numa visita à Irlanda, onde tiveram oportunidade de tocar em dois bares e de participar num programa da Balcony Tv (Dublin), tendo sido nomeados para o prémio Best International Act 2007. 

Desde então, a Velha Gaiteira marcou presença em grandes eventos portugueses. De destacar o Festival MED, Andanças, Chocalhos – Festival Caminhos da Transumância, Festival Tribal, Festa do Avante!, L Burro I L Gueiteiro, Projecto Megafone e Boom Festival. 

Com mais de 70 concertos dados em 2009, a Velha Gaiteira afirma-se cada vez mais como um grupo sólido e promissor no panorama “trad / folk” português. 

Além das arruadas e concertos, a Velha Gaiteira estende o seu trabalho à divulgação dos instrumentos nas escolas, junto dos mais novos, em ações de sensibilização para a música tradicional. Os seus elementos são formadores dos instrumentos que tocam em vários eventos promovidos por associações ligadas à preservação da cultura tradicional e outras entidades análogas. Alguns exemplos: Festival Tribal (oficina de percussão tradicional), Andanças3 (oficina de percussão tradicional), Oficinas de São Martinho4 (gaita de fole transmontana e adufe)

Está chegando o FESTLUSO 2013



Quando segunda feira, 26, chegar a saudade já não mata mais a gente. A Semana da Lusofonia ganha os palcos, praças, salas, conversas, lançamentos de livros e troca de estéticas dramáticas do teatro sem tradução. Festival de Teatro da Língua Portuguesa, de 26 a 31 de agosto, abre as fronteiras lusófonas e confraterniza com nações em linguística próprias convergidas à mesma língua e a ato festejado. O FestLuso 2013 tem o patrocínio
OI e apoio da OI Futuro - Instituto de Responsabilidade Social, Governo do Estado do Piauí, SIEC - Sistema de Incentivo Estadual à Cultura e Fundac.
A abertura solene do Festival de Teatro Lusófono, dia 26, acontece às 19h, na Galeria do Clube dos Diários, em saudação teatral aos colegas, amigos, parceiros e profissionais da cena que chegam em convite à confirmação de dramaturgias ampliadas. Depois da recepção aos artistas brasileiros e de nações lusófonas será a hora e a vez da augusta arte do teatro matracar sua sorte lançada.
Ás 20h 30, no palco do Theatro 4 de Setembro, o primeiro espetáculo a ser conferido será “Inferno na Paisagem Belga”, feito cena pela Companhia de Teatro Os Satyros, de São Paulo.
O espetáculo aborda, de forma livre e associativa, a relação e a obra de dois gênios da Literatura Universal, Paul Verlaine e Arthur Rimbaud. Os poetas franceses se conheceram em uma Paris pós Comuna e viveram um tórrido romance que impactou a obra de ambos de forma radical, e consequentemente, a história da Poesia Moderna.
A obra se inicia como uma palestra, onde os atores fazem uma explanação sobre a vida e obra de Verlaine e Rimbaud. Em seguida, passam a definir os estados de paixão vividos por eles, de acordo com a teoria cartesiana das paixões.
Inferno Na Paisagem Belga ganhou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade na categoria Artes Cênicas 2012 dado pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo)
A montagem tem Direção: Rodolfo García Vázquez e assistência de direção de Óscar Silva. A trama enredada compõe-se pelos Atores-criadores, Ivam Cabral, Oscar Silva, Robson Catalunha e Tiago Capela Zanotta. O Roteiro é de Rodolfo García Vázquez. Acompanham a estética técnica do espetáculo, a Sonoplastia de Diego Mazutti, a Iluminação de Flávio Duarte, o Cenário de Rodolfo García Vázquez e o Figurino de Ivam Cabral. As Intervenções em vídeo recebem os cuidados de Henrique Mello e a Cenotécnica completa a dramaturgia, através de Carlos Orelha e Tiago Capela Zanotta.
Com a duração de 80 minutos, “Inferno na Paisagem Belga” é recomendação a público a partir dos 16 anos e, sinalizado à Categoria de Drama, será a melhor pedida para a noite do dia 26 de agosto, na abertura do Festival de Teatro Lusófono. Em dias de lusofonia praticada, Teresina e Brasil recebem os dramas e comédias que integram as nações convidadas e confirmam os sentimentos brasis de terra do teatro sem tradução.





quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aberta inscrições às oficinas lusófonas

Estão abertas as inscrições às oficinas que serão oferecidas durante o Festival de Teatro da Língua Portuguesa – Festluso 2013. As oficinas acompanham o período de atrações e manifestado amor ao teatro de língua portuguesa. As inscrições podem ser efetuadas no SATED – PI e Theatro 4 de Setembro, no horário das 8h às 17h, de segunda a sexta, até que se esgotem as vagas.
Todas as oficinas serão gratuitas e cada uma terá como público limite, 25 pessoas. A Oficina de Figurinos será a única que abre critério de seleção para a inscrição. Os interessados nessa Oficina, passarão por um teste avaliativo de aptidão fim. Todas as outras oferecidas só seguirão o critério de confirmar a entrada, através da inscrição.

O FestLuso que tem Patrocínio OI e Apoio da OI Futuro – Instituto de Responsabilidade Social; Governo do Estado do Piauí, SIEC, Fundac, e aproxima parcerias que consolidam o Festival Lusófono às pessoas, cidades, estados e nações e transcodifica práticas cênicas que repercutem ação e desdobramentos socioculturais da aproximação de fronteiras de países falantes da língua portuguesa.

Projeto de teatro sem tradução o FestLuso se pronuncia no período de 26 a 31 de agosto para espetáculos diversos, conversas e trocas de experiências democráticas de participação de grupos em lusofonia bem representados.

Serão oferecidas, na programação paralela, a Oficinas de Figurinos. Ministrante: Chico Coimbra – Maranhão – MA – Brasil. Período: 27 a 30/08 - (terça a quinta-feira) Local: Galpão II – Espaço Cultural Trilhos. Horário: 9h às 13h

Oficina de Clown - Em Busca do Nosso Próprio Palhaço. Ministrante: Enano Torres – Lisboa/Madrid. Período: 27 a 29/08 - (terça a quinta-feira) Local: Escola de Teatro. Professor Gomes CamposHorário: 9h às 13h

Workshop de Mágicas. Ministrante: Rapha Santacruz - Recife – PE – Brasil. Dia: 27/08 - (terça-feira) Local: Casa da Cultura.Horário: 14h às 17h

O Grupo Harém de Teatro reitera a realização continuada ao Projeto da Lusofonia, para marcar territórios, ampliar culturas, e conseguir a abertura de trincheiras com parceiros culturais que contribuam, eficazmente, pela manutenção do FESTLUSO.

Enquanto os espetáculos estiverem em toda popa durante a semana, os ventos também soprarão aos assuntos interculturais, que envolvem, além das oficinas, shows, lançamentos de livros, conversas francas sobre a cena e outras ações que se desdobram em teatro sem fronteiras, no ampliado das experiências linguísticas.

Faça a sua inscrição e integre a lusofonia confirmada. Contato para informações: (86) 3222 7100/ (86) 99716280/ (86) 95191902/ (86) 99758155

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Lançado o Festival de Teatro da Língua Portuguesa FestLuso




14.08.2013

O Grupo Harém de Teatro lançou na noite do dia 13 de agosto de 2013, a partir das 19h, no Espaço Cultural ‘Osório Jr.” e Bar do Clube dos Diários, o Festival de Teatro da Língua Portuguesa FestLuso 2013, numa concorrida participação de artistas, convidados e parceiros do Projeto de integração de países falantes da língua portuguesa.

Na ocasião, o Presidente do Grupo Harém de Teatro discorreu sobre democracia e reunião de ações culturais de linguagem afins e deu por aberta a temporada da lusofonia. Airton Martins, da Coordenação de Produção Executiva do Grupo também se pronunciou para saudar a todos os presentes e reiterar Projeto que já marca calendário de teatro na cidade de Teresina e amplia as fronteiras do Brasil enquanto recepciona nações lusófonas. 

Francisco Pellé, coordenador geral do Festluso também discorreu sobre a importância do Festival que ora estava sendo lançado. Sobre as impressões da abertura do Lusófono, disse que mais uma vez se alcança o objetivo com uma programação inquestionável e democrática “com a participação de grupos da lusofonia muito bem representados. Ainda há um gargalo a ser resolvido, que é a participação de Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste”. Pellé aponta que há uma baixa produção dessas nações e que é necessário haver uma preocupação com a inclusão destes países que também encontram dificuldades de deslocamentos até o Brasil. E que na reunião com os diretores lusófonos deste ano deverá pautar discussões acerca de estratégias que viabilizem a vinda dessa parte da lusofonia ainda não contemplada. “Cumprir a função do teatro da língua portuguesa e reafirmar a participação da diversidade de linguagens dos grupos convidados e do Piauí também, que é muito importante”, finalizou o ator. 

Nas palavras da presidente da Fundac , Bid Lima, o importante é comunicar, lembrando a Escola Invisível de Palo Alto, e o Festluso realiza comunicação que incorpora grupos, países, linguagens e todo um arcabouço de cultura compartilhada, de fronteiras aproximadas no diálogo do teatro. E acrescentou, “O Festluso é de suma importância para a cidade de Teresina, o estado e o Brasil que abrigam outros povos e suas experiências na cena lusófona.” 

O evento que encontra patrocínio da OI Cultural e Governo do Estado, Fundac e Siec, bem como parceiros da hora e da confirmação do Festival, segue para sua 5ª. Edição, de 26 a 31 de agosto, e desempenhará ações de arte e cultura nas casas de espetáculos, Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Teatro Estação e Praça Pedro II. Na programação paralela aos espetáculos, haverá oficinas, workshops, lançamentos de livros, shows musicais e conversas com diretores lusófonos durante uma semana cheia de atrações do Piauí, Brasil e os países Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Cardis-Espanha/Portugal. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013



ABRIGO SÃO LOUCAS com Francisco Pellé, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Emanuel de Andrade. Foto: Margareth Leite.
ABRIGO SÃO LOUCAS com Francisco Pellé, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Emanuel de Andrade. Foto: Margareth Leite. 

Teresina é terra da Lusofonia

Enquanto Teresina comemora seus 161 anos de posse às terras mafrensinas de margem do Parnaíba, a cidade também se prepara para abrir as fronteiras à língua, linguagem e linguística dramáticas do teatro sem tradução. De 26 a 31 de agosto, a cultura do teatro invadirá as ruas, praças, casas de espetáculos, o coração do amador e do público cativo do Festival de Teatro da Língua Portuguesa – FESTLUSO 2013.

Toda a empreitada do FESTLUSO, que envolve coordenações, equipes de trabalho e um universo que conspira em favor de resultados conseguidos, também em edições anteriores, repetirão continuidade, na Edição 2013, graças às parcerias indispensáveis. O Patrocínio OI e apoio da OI Futuro – Instituto de Responsabilidade Social, Governo do Estado do Piauí, SIEC e Fundac realizam a garantia de que se possa concretizar feitos e efeitos socioculturais desejáveis à arte e cultura local, nacional em diálogo com o além fronteiras.

Já no dia 13 de agosto, o Grupo Harém de Teatro promove o Lançamento do Festival à imprensa e convidados, no Espaço “Osório Jr.”, Bar do Clube dos Diários. Na noite de lançamento do FESTLUSO 2013, a partir das 19 horas, o pontapé inicial do que será mais uma edição do Evento que ganhou espaço cativo na cidade que não pode prescindir do Festival da Língua Portuguesa.

Na programação a apresentação do espetáculo “Abrigo São Loucas”, com texto e desenho dramatúrgico de Arimatan Martins e a representação sempre muito bem humorada de Emanuel de Andrade, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé.

Depois de “Abrigo São Loucas”, a energia do Lançamento continua aquecendo à contagem regressiva porque as atenções estarão em preparação para a recepção dos espetáculos que começam a atrair olhares a partir de 26 de agosto. Dos convidados à Lusofonia.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

FESTLUSO APRESENTA PROGRAMAÇÃO 2013




 A programação  do Festival Internacional de Teatro Lusófono - FESTLUSO -2103, será lançada dia 13 de agosto a  partir das 19h, no Espaço Cultural "Osorio Junior", do Club do Diários. Na solenidade a coordenação apresentará toda programação, bem como as novidades do Festival para 2013. No seguimento da programação será apresentado o espetáculo ABRIGO SÃO LOUCAS, encenado pelo Grupo Harém de Teatro, com direção e texto de Arimatan Martins.
O Festival Internacional  de Teatro Lusófono-2013, tem o alto patrocinío da OI e apoio Oi  Futuro, instituto de responbilidade social da Oi, Governo do Estado do Piauí, Prefeitura Municipal de Teresina, Fundação Cultural do Piauí, Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves e Drogarias GLOBO e realização do Grupo Harém de Teatro.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Festluso abriga Seminários de teatro afro-brasileiro



Os dois seminários trazem o histórico, as principais referências e as produções  artísticas da experiência ímpar ocorrida no Brasil, na década de 1940/1950, que foi o Teatro Experimental do Negro (TEN), sob a direção de Abdias do    Nascimento e das iniciativas teatrais nos    PALOP (Países Africanos de Língua  Oficial Portuguesa). *** Em meados do Século XX, no Brasil, um grupo de jovens negros resolveu        encampar a luta para mostrar à sociedade brasileira um outro olhar do               afrodescendente e da cultura de matriz africana, em contraste com o que era apresentado à título de folclore e        exotismo. Havia uma matriz negra na gênese de nossa cultura, e tal necessitava vir à tona em sua integridade,             apresentada como um dos fios legítimos dessa rede de povos que compõem o que denominamos “povo brasileiro”. Tal foi a experiência do TEN que, além da    produção de peças com temáticas significativas às comunidades negras  brasileiras e da organização de ações  político-culturais como seminários,    congressos, shows musicais, estimulou a reflexão e o exercício de revelar a farsa por trás do mito da democracia racial, presente no país à época. Uma pergunta nos provoca: Será que reconhecemos a dimensão dessa experiência artística e as contribuições do TEN para a história do teatro brasileiro? *** Diferente do que se podia pensar, e a despeito de inúmeras similaridades, cada um dos atuais países da África que     tiveram colonização portuguesa conta com uma história teatral específica e  particular. A partir do estabelecimento da CPLP, em 1996, se intensificou o       intercâmbio em Mostras, Festivais,     atividades de formação, etc., o que gerou um movimento de aproximação dos  artistas africanos com artistas europeus (Portugal), latino-americanos (Brasil) e, mais recentemente, asiáticos (Timor- Leste).  O que há de similar e específico nesses movimentos teatrais? Quais os principais problemas ainda enfrentados para o estabelecimento de uma          profissionalização artística nesses países? O que essa aproximação com atuantes de outros continentes traz de aspectos    positivos a esses artistas e grupos? São algumas das questões que servirá de   reflexão ao nosso seminário “Movimentos Teatrais nos PALOP.


Fernando Leão
Arte-educador, Professor de estética e história do teatro
Programa de Licenciatura em Teatro
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE

terça-feira, 16 de julho de 2013

REMÉDIOS DO RISO TRAZEM AÇÃO SOCIAL AO FESTLUSO 2013





Os Remédios do Riso são uma associação sem fins lucrativos de Doutores Palhaços fundada em 2008; a nossa Missão é contribuir para a melhoria da qualidade de vida das crianças internadas e dos seus familiares- dimunuindo e aliviando o drama do ambiente hospitalar através da promoção da alegria, da boa disposição,da brincadeira,do afecto e do calor humano.

Nossa residencia é em Portugal, onde actualmente realizamos visitas regulares todo o ano  em 3 Hospitais ( Lisboa. Setúbal e Évora).
Os Doutores Palhaços dos RR recebem formação especifica na área de saúde para exercer uma abordagem adequada as necessidades físicas e emocionais da criança hospitalizada.
Para o Festluso iremos com a Dupla Dr Alta-Mente e Dr. Nano Sirene.
A ação será realizada no Hospital Infantil Lucidio Portela

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Festival de Teatro Lusófono será em agosto







Agosto está chegando e com ele a expectativa para os apreciadores de teatro de mais um Festival de Teatro Lusófono, o Festluso 2013 que acontece de 27 a 31. Organizado pelo Grupo Harém de Teatro, o evento irá, mais uma vez, acontecer em palcos e praças de Teresina. Em sua quinta edição, ele reunirá grupos de São Paulo, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Teresina(PI), São Luís (MA), Recife (PE), Açailândia (MA), Lisboa(Portugal) e Madri (/Espanha).
Espetáculos de câmara, de rua, oficinas e workshops compõem a agenda de uma semana de lusofonia ampliada. As fronteiras dramáticas de língua portuguesa afinam linguística de expressão e atos de cena em festejada integração da arte e ciência dos palcos. Saem de cena as distâncias e entram no palco a proximidade da arte através da fala. A abertura solene acontece dia 26 de agosto, às 19h, na Galeria do Clube dos Diários.
É também a partir do dia 26 que a cidade compartilha atenção com os espetáculos visitantes e também a programação com grupos e artistas locais. A agenda da cena confraternizada abre temporada nos palcos do Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Teatro Estação e Praça Pedro II.
“Esse é um festival que tem estilo único no mundo e Teresina sedia e é único evento de cultura de continuidade realizado em nossa capital e que dá visibilidade ao Piauí nos países de língua portuguesa”, descrever Francisco Pellé, da coordenação do Festluso.
Segundo ele, nesta edição, as temáticas e reflexões cênicas estarão dentro do contexto do mundo e abrigadas também na cidade. E isso, de certa forma, torna esse encontro teatral ainda mais importante pela reflexão e discussão que será inserida dentro da arte, tendo componentes de vários países e que de certa forma identificam-se pelos problemas sociais vividos em seus ambientes de vida. “O Festluso 2013 traz em sua programação espetáculos que tratam de temas atuais, como pedofilia, violência contra a mulher, homofobia, corrupção, religião,portanto um evento que a curadoria traz ao teatro às discussões atuais para o centro da cena”.
Em sua quinta edição, o Festluso conta com o patrocínio do SIEC, a OI Futuro, Governo do Estado do Piauí/FUNDAC e Prefeitura Municipal de Teresina/Fundação Cultural Monsenhor Chaves.
Uma vitrine para o teatro piauiense, o festival tem conseguido desde o início atrair grupos de teatro que se destacam na capital com uma produção intensa, se tornando uma oportunidade para troca de experiências e abrindo um canal de intercâmbio entre os atores dos outros países e os do Piauí. “Sem falar que não é só o teatro que é envolvido. Atualmente envolve uma gama de linguagens como música, literatura, cinema, artes plásticas”, diz Pellé, que confirma uma programação recheada para o público, não se concentrando somente em teatros, mas também em outros espaços movimento a cidade durante todo o evento. Theatro 4 de Setembro, Praça Pedro II, Espaço Trilhos e universidades.
Festival terá oficinas de criação e debates
Seja no palco ou nas ruas, o Festluso pretende atrair o público cada vez maior, a exemplo do que prestigiou o evento em 2011, já que o festival passou a ser bienal. Oficinas de criação, debates, apresentações, o que não faltará é oportunidade de participar e tudo de forma gratuita. Esse é o grande diferencial, que dá a população espetáculos locais e internacionais sem cobrar nada. Não é por acaso que ele conseguiu em 2011 reunir um grande público. “Nós tivemos uma expressiva participação. Foram mais de cinquenta mil pessoas que estiveram nas mais diversas ações, o que foi muito bom. E o melhor é que tudo é gratuito e a população de Teresina pode participar do que acontece no festival”, diz.
Para quem gosta de teatro, uma boa oportunidade de usufruir de espetáculos únicos e que mostram a realidade não só brasileira, mas vivida no exterior, em países que falam a língua portuguesa. “O festival irá gerar cultura e entretenimento, de 26 a 31 de agosto, para ninguém botar defeito, nas casas de espetáculos e oficinas de criação espalhadas pela cidade. O Festluso amplia assuntos emergentes, reitera o ato cênico, abraça o teatro e as discussões atuais para o centro da cena”, reforça Francisco Pellé. (Por Liliane Pedrosa)

sábado, 6 de julho de 2013

Festival LUSÓFONO é palco de Teresina em Agosto

O Grupo Harém de Teatro aquece as baterias para mais um Festival de Teatro Lusófono – FESTLUSO – 2013, de 26 a 31 de agosto de 2013, em palcos e praças da cidade de Teresina. O grande encontro lusófono, deste ano, atrai amigos e artistas de palco reunidos de São Paulo, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Portugal, Teresina (PI), São Luís (MA), Recife (PE), Açailândia (MA), Lisboa - Madri (Portugal/Espanha).
Espetáculos de câmara, de rua, oficinas e workshops compõem a agenda de uma semana de lusofonia ampliada. As fronteiras dramáticas de língua portuguesa afinam lingüística de expressão e atos de cena em festejada integração da arte e ciência dos palcos. A abertura solene do FESTLUSO acontece dia 26 de agosto, às 19 horas, na Galeria do Clube dos Diários.
É também a partir do dia 26 que a cidade compartilha atenção com os espetáculos visitantes e também a programação com grupos e artistas locais. A agenda da cena confraternizada abre temporada nos palcos do Theatro 4 de Setembro (20h30, Centro), Teatro do Boi (19h, Matadouro), Teatro Estação (23h, Miguel Rosa com Frei Serafim) e Praça Pedro II (17h, Centro).
Quando chegar agosto, todos os olhares e atenções estarão voltados ao FESTLUSO 2013 que nunca esteve tão próximo do que a humanidade discute atualmente. As temáticas e reflexões cênicas estarão dentro do contexto do mundo e abrigadas também na cidade de Teresina. Para o coordenador do evento, Francisco Pellé “O Festluso 2013 traz em sua programação espetáculos tratando de temas atuais, como pedofilia, violência contra a mulher, homofobia, corrupção, religião... portanto um evento que a curadoria traz ao teatro às discussões atuais para o centro da cena”.
Em sua quinta edição o FESTLUSO conta com o patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi. O festival confirma também parcerias com o Governo do Estado do Piauí/FUNDAC, Prefeitura Municipal de Teresina e Fundação Cultural Monsenhor Chaves.
As saudações lusófonas gerarão cultura e entretenimento, de 26 a 31 de agosto, para ninguém botar defeito, nas Casas de espetáculos e oficinas de criação espalhadas pela cidade. O FESTLUSO amplia assuntos emergentes, reitera o ato cênico, abraça “o teatro e as discussões atuais para o centro da cena”, reforça Francisco Pellé.

O Festival de Teatro Lusófono será a confraternização da arte, cultura, política de ocupação teatral e sociedade discutida e, através da abertura das fronteiras de linguagem e linguística socioculturais, reúne a língua portuguesa sem tradução aos palcos de lusofonia aproximados.

sábado, 25 de maio de 2013

ABRIGO SÃO LOUCAS VOLTA AO THEATRO 4 DE SETEMBRO





“A peça é um inventário popular da política piauiense nos últimos 50 anos. Os espectadores certamente identificarão situações vividas pela nossa sociedade”, conta Arimatan Martins, diretor e autor do texto mapeado. Da Trilogia hareniana, assinala que “Ela foi iniciada com 'Macacos me mordam', que discutia arte e ciência, e encerrará com 'A Revolta das Barbies', voltada para arte e comportamento, com estreia prevista para 2014”, finaliza.
 “Abrigo São Loucas , com texto autuado-flagrante da mente insuspeita de Arimatan Martins, faz uma nova temporada estará  no Theatro , nos dias 29 e 30 de maio, às 20h.
Depois da crise com direitos autorais, o Grupo Harém se reinventa e, no investimento da dramaturgia própria, monta essa que é a número dois da Trilogia Ciência e Dramaturgia. Com “Macacos me mordam – A comédia” abriu os mercados e futuro ao triângulo das desnudas intenções. Com esse segundo vértice cênico do projeto de textos próprios, que já é fato, o “Abrigo São Loucas” abre flancos de estabelecimento à montagem de textos independentes e forjados na oficina criativa do Grupo.
Trabalhando com elenco menor, O Harém traz na cena para “loucuras” do humor inteligente, os atores Emanuel Andrade, Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé.
 “Abrigo São Louca foi selecionado para participação na 18ª edição do Festival Internacional de Teatro Cômico da Maia, em Porto –Portugal, no mês de setembro.
A peça é de entretenimento e crítica reflexiva ilustrada à cena distanciada, sendo de linguagem de comédia político absurda. Intertextualiza a espera de um novo tempo bom, e pode estar na esteira deus ex-machine da reinvenção teatral para Godots e, talvez, Pirandellos aproximados pela estética própria do Harém.

Local: Theatro 4 de Setembro
Dias: 29 e 30 de maio
Horário: 20h
Valor do Ingresso: R$ 20,00(Inteira) e R$ 10,00(meia)
 Produção em Teresina
Francisco Pellé
86-3222-7100/9406-2842

terça-feira, 21 de maio de 2013

ABRIGO SÃO LOUCAS PARTICIPA DE FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO CÔMICO





 O Grupo Harém de Teatro, com seu novo espetáculo foi convidados e selecionado para participação na 18º Festival Internacional de Teatro Cômico Damaia, em Porto-Portugal, no período de 22 a 29 de setembro de 2013.
O Festival é uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia com direção artística e produção do Teatro Art'Imagem.
Diariamente, durante 10 dias há animação de rua, espetáculos no Grande Auditório, com capacidade para 700 lugares, e Café-Teatro, para 150 pessoas. Ao fim-de-semana há espetáculos dirigidos às crianças.
O teatro cômico é apresentado em todas as suas dimensões e disciplinas: a comédia, o teatro de rua, a mímica, a animação, stand-up comedy, musical, o novo circo, marionetas e fantoches, café-teatro, o clown e traz à cidade da Maia de 25 a 30 companhias, para mais de 10 mil espectadores.
No Festival, além de companhias portuguesas, já participaram companhias vindos de países tão diferentes como a Espanha (nomeadamente Galiza, Madrid, Catalunha, Leão e País Basco), França, República Checa, Itália, Bélgica, Suíça, Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Argentina, Brasil, Cabo Verde, Alemanha, Australia, etc.
ABRIGO SÃO LOUCAS é um texto que repercute o desenredo de três Marias (Maria de Castro, Maria Fernanda e Maria Francisca) que revivem as memórias de tempos áureos (à sombra das administrações de seus maridos, chefes do poder executivo local), enquanto o preparam o primeiro encontro de ex-primeiras damas. O texto tragicômico, não só é inteligente, mas venal quando o assunto é político para refletir os velhos costumes da sociedade brasileira de política fisiológica, nepótica e de cultura de prevaricação.
A dramaturgia regida pela picardia, ironias e inteligência dramáticas, ao humor garimpado reafirma o discurso hareniano de atrair a atenção para o homem brasileiro no centro da cena. A peça é de entretenimento e crítica reflexiva ilustrada à cena distanciada, sendo de linguagem de comédia política absurda e é um inventário popular da política piauiense, que não deixa de ser a brasileira, nos últimos 50 anos, onde espectadores identificarão situações vividas pela sociedade.
O espectador tem a chance de conferir o espetáculo, dia 23 de maio, às 20h, no Teatro do Boi e dias 29 e 30/05, às 20h, no Theatro 4 de Setembro.
Produção Teresina
Francisco Pellé
86-8851-2935/9406-2842

sábado, 18 de maio de 2013

VEM AÍ O FESTLUSO 2013


FESTLUSO - 2013

O Grupo Harém de Teatro  já está nos preparativos do Festival de Teatro Lusófono-FESTLUSO-2013, a decorrer no periodo de 26 a 31 de agosto, na cidade de Teresina-Piauí-Brasil, com  a participação de espetáculos do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Princípe.
A organização do evento está  montando uma variada programação com apresentações teatrais, oficinas, palestras,  exposições, shows musicais e muitos intercâmbios  como melhor da produção cultural produzidas nos países de lingua portuguesa. A programação será espaçhada éla cidade de Teresina, nos deguintes locais: Theatro 4 de Setembro, Teatro Estação,Espaço Cultural Trilhos, Teatro do Boi, Espaço Cultural Osório Junior, Sala Torquato Neto e Praças da Cidade.
AGUARDEM.... AGOSTO... TERESINA CAPITAL DO TEATRO LUSÓFONO....